terça-feira, 12 de julho de 2011

Dividindo Emoções - I


No "Dividindo Emoções" vou compartilhar sentimentos, acontecimentos... Coisas que despertaram algo em mim.

Quero iniciar com a estréia em festivais 2011 de nossa Cia. Foi no Sul em Dança e já com um  1* lugar. Parabéns bailarinas!!!!!

Outra estréia que me deixou bem feliz foi no Restaurante Lubnnan na quinta-feira passada. Fui muito bem recebida por todos... Incluindo o público! Obrigada a todos que participaram dessa noite mágica e bem temperada com as delícias libanesas.

Emmeline Azah



domingo, 3 de julho de 2011

Uma flor desabrochando

O orgulho é imenso quando se percebe que toda uma dedicação surti efeito. A alegria ao ver uma “filha” crescendo, estudando, se interessando... Atraindo a atenção e recebendo elogios é incontável. Amo o que faço e sempre digo, quando questionada, que me realizo muito mais como professora do que como bailarina, pois quando minhas crianças começam a gatinhar sinto como uma batalha sendo vencida, mas quando começam a caminhar sozinhas me sinto como ganhadora da guerra.
O meu trabalho me proporciona isso... Ajudar a uma flor desabrochar.

Pequena homenagem a todas as bailarinas, profissionais ou não,
que já passaram pelas minhas mãos.


Emmeline Azah

Família

Esse é o sentimento que tenho por essa Escola, por essa Companhia.
É a força de um olhar amigo, é um abraço bem apertado em que encontramos abrigo, um aperto de mão que nos encoraja para o desafio, palavras duras que te encaminham para frente, críticas positivas que te fazem crescer. É a união, confiança, carinho, amizade e o amor que temos uma pela outra, são os sentimentos mais nobres que o ser humano pode ter e sinto dentro dessa Companhia. Somos uma família e o mais importante de tudo isso foi que nós nos escolhemos para isso! Somos família por opção e ninguém pode tirar isso da gente.

Nitzah Azah

Bailarina X Professora

Ser bailarina e ser professora são duas linhas totalmente diferentes. Existem aquelas que são ótimas bailarinas, mas não sabem ensinar; há também aquelas que são ótimas professoras, mas no palco não atraem muito a atenção do público. Há também aquelas que não conseguem ser nenhuma, mas insistem... Agora ser as duas... Isso sim é muito raro.
Para ser uma ministrante dessa arte milenar não basta somente saber estilos, ritmos (isso quando sabem – hihihi), tem-se de ter experiência, estudar muito, ser EDUCADORA FÍSICA. Um diploma não diz tudo, mas evita muita coisa. Se aqueles que ficaram – no mínimo 4 anos – estudando arduamente (ou ao menos deveriam) já correm grandes riscos de errarem, pois são seres humanos e não donos da razão imaginem aqueles que se quer terminaram a faculdade... Pior ainda os que nunca ingressaram. O mínimo seria, segundo as normas do CREF (Conselho Regional de Educação Física), o ESTAGIÁRIO ter um responsável formado presente durante suas aulas.
É de extrema importância saber bem quem está ao seu lado... Há lesões que são irreversíveis! Não é feio e nem motivo para vergonha pedir o currículo e materiais ilustrativos de sua professora ou até mesmo o da bailarina que contratarás para seu evento.
Não estou dizendo que as Filhas de Rá são as únicas dentro dos padrões perfeitos, mas sim que existem muitas pessoas fazendo errado e prejudicando outras por aí e pior... Vendendo “coisa” que não é.
Então a dica é: Pergunte, procure, investigue... Fazendo essas ações bem simples sua saúde e até mesmo seu evento poderá ser salvo.

Emmeline Azah

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Emoções

A cada criação ligada às Filhas de Rá sempre muitas emoções me envolvem. A cada Filha que ingressa, estréia, cresce... o gosto e satisfação aumenta cada vez mais.
Ser uma Filhas de Rá é querer e ter a plenitude sentimental e técnica, isso não somente aos meus olhos, mas sim aos de grandes nomes na Dança. Temos um estilo próprio que é inconfundível e já atua como marca registrada há 8 anos (praticamente). Não encaro as imitações como uma coisa ruim, mas sim uma forma de elogio, carinho, bons sentimentos.
Todas as alunas são de fundamental importância, pois contribuírem muito para o crescimento da Escola, mas quando passa a carregar o sobrenome AZAH ela também passa a carregar, além de SUA bagagem intelectual, a história e o registro confirmando tudo falado antes.
Quando passa a ser BAILARINA da Escola aí sim sua responsabilidade aumenta ainda mais. Ser bailarina da Cia Filhas de Rá vai muito além de um troféu na recepção da Escola e sim toda uma preparação ideológica colocada de uma forma visual ao seu público.
Vamos muito além de técnica, beleza e amor à dança. Amamos A Dança, amamos umas às outras, somos fiéis e companheiras. A paz e a sinceridade fazem parte de nossos ensaios assim como as dores e o suor que escorre de nossos corpos. Não somos apenas um amor ou fidelidade passageira, mas sim o que há de mais profundo naquilo que acreditamos e desejamos.


Emmeline Azah

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Afinal, o que nós somos?

Os Dicionários apresentam-nos diferentes conceitos para o termo Cia:
Sociedade comercial; pessoa com quem se está ou se vive; coleguismo.
Sim, nós somos tudo isso.
Somos uma empresa. Estudamos e trabalhamos com dedicação e afinco para entregar aos nossos clientes um produto exemplar. Ser membro de uma Cia de Dança do Ventre profissional exige muito estudo, aperfeiçoamento técnico constante, tempo disponível e muita paciência e resignação para enfrentar as lesões que aparecem constantemente em nosso corpo.
Participar de uma Cia de Dança requer exercício constante de paciência. Convivemos com pessoas diferentes de nós, com suas manias e defeitos, e precisamos ter “jogo de cintura” para saber lidar com essas diferenças, para que elas não afetem o resultado final, o produto dessa convivência que, muitas vezes, é diária. Entender que todos têm dificuldades e facilidades na teoria parece fácil, mas na realidade é bem complicado.
Somos colegas no sentido mais amplo da palavra. Somos companheiras. Companheirismo implica em estar junto, andar junto. Nem mais a frente, nem mais atrás. Junto, ou melhor, juntas. Somos diferentes umas das outras, mas iguais no amor a dança, no amor a arte, e esse sentimento nos une. Esse amor nos torna idênticas quando dançamos em grupo e, ao mesmo tempo, nos deixa incrivelmente diferentes quando dançamos sozinhas.
Encaramos de frente, com sinceridade e orgulho, os três significados para a palavra Cia e acreditamos que esse é o nosso diferencial.
Somos uma Cia de Dança do Ventre que já possui conquistas, tem muitas metas a alcançar, mas alimenta a certeza que todo trabalho realizado com amor e persistência resulta em sucesso.

Seher Azah

terça-feira, 5 de abril de 2011

“A Dança não de fora para dentro, mas sim de dentro para fora!”

Inúmeras vezes ouvimos esta frase de nossa coreógrafa e refletimos sobre ela. Seria a Dança um processo interno ou externo?
Cada escola de dança, cada Cia de Shows possuí uma forma de trabalho diferente. A nossa maneira, a forma como a Cia Filhas de Rá mostra o seu talento é através da emoção. Emoção esta que cada bailarina nossa transmite no olhar, nos gestos, no sorriso. Emoção esta que já conquistou prêmios, uma Copa Sul Americana e, mais importante que tudo, conquistou admiradores, pessoas que torcem com a gente e sonham os mesmos sonhos que nós.
Mostramos aquilo que sentimos através da nossa Dança. Mostramos os nossos melhores sentimentos no palco. Cada Shimmie, Twister, Camêlo que sai do nosso corpo representa uma sentimento diferente, uma emoção maior. Amamos a Dança, amamos através da Dança e somos amadas pela nossa Dança.
Se você já assistiu a um Show nosso com certeza concordará com as minhas palavras. Se ainda não assistiu não faltarão oportunidades de comprovar o que digo.
Dançamos com amor, com emoção e com prazer. Amamos o que fazemos! E é isso que torna o nosso trabalho tão prazeroso e feliz. Assim podemos lhe transmitir nossos melhores sentimentos. E esperamos o mesmo de vocês.

Sonhem junto com a gente!

Aaminah Azah

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