Pois então... Depois de um certo tempinho sem atualizações no Blog Oficial da Cia Filhas de Rá VOLTAMOS. Em 2014 muuuuuitassss novidades para vocês que gostam e acompanham nosso trabalho.
Aguarde e fique por dentro!!!!!! ;)
Ano novo... Vida nova!
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Premiaçõs nos Festivais 2012
Então... Fechamos a parte do ano
referente às competições com ”chave de ouro”. Ganhamos tudo!!! Abaixo a relação
dos festivais e premiações:
- Bi campeãs categoria Dança Árabe
Clássico Profissional conjunto adulto na Copa Brasil de Danças Árabes e Sulamericano
de Danças Árabes
- 3º Lugar categoria Dança Árabe
Clássico Profissional solo adulto na Copa Brasil de Danças Árabes - Seher Azah
- Sul em Dança 2012
·
3º Lugar Solo Adulto
– Seher Azah
·
1º Lugar Solo Tribal – Bahirah Azah
·
2º Lugar Conjunto Adulto Profissional
- Aaminah, Mirra e Seher
·
2º Lugar Solo Adulto Profissional–
Seher Azah
·
3º Lugar Conjunto Infantil (Grupo
Infanto FDR)
·
3º Lugar Solo Juvenil Amador– Laís
Müller (Grupo Infanto FDR)
·
Troféu Melhor Torcida
·
Troféu Incentivadora da Dança do
Ventre
- Festival Vem Dançar
·
3º Lugar Danças Orientais Conjunto
Avançado – Aaminah, Mirra e Seher
·
4º Lugar Danças Orientais Solo
Feminino Avançado - Aaminah Azah
·
4º Lugar Danças Orientais Solo
Feminino Avançado - Seher Azah
·
3º Lugar Danças Orientais Solo
Feminino Master – Bahirah Azah
·
5º Lugar Danças
Orientais Infanto-Juvenil Solo Feminino – Laís Müller (Grupo Infanto FDR)
Parabéns, bailarinas!
Cada vez mais sucesso! Lalalalalalalaiiiiiiiiiiiiiiii
domingo, 21 de outubro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Recordações...
A partir de hoje eventualmente destacaremos nossos vídeos para que vocês possam apreciá-los sem procurar na internet.
1ª Formação Cia Filhas de Rá
Cia Filhas de Rá facilitando para seus admiradores!
1ª Formação Cia Filhas de Rá
terça-feira, 4 de setembro de 2012
O amor verdadeiro
Inicio esse post com a fase já clichê: “quem ama deixa
livre, pois se voltar é porque realmente amava e se não voltar é porque nunca
foi seu”. Para mim essa frase cabe em todos os lados da vida. Quando se ama de
verdade não se deixa preso e sim livre para tomar as decisões que sua mente
considere corretas. Se ao provar outros sabores perceber que onde estava era verdadeiramente
bom é sábio “saber voltar atrás” nas decisões.
Com minhas “crianças” não seria diferente. Após 10 anos
lecionando e vendo tanta semente que hoje é planta sinto orgulho e não qualquer
outro sentimento. As sementinhas que preferiram seguir sem mim provavelmente acharam
água mais fresca e solo mais fértil em outros jardins, já para aquelas que
preferem a proximidade com a árvore de origem certamente não é por despreparo,
mas sim por preferência, por sentir que juntas podemos ir muito mais além; que “sonhos
sonhados juntos tornam-se realidade” firmada e carimbada.
Sei que não sou perfeita, mas esforço-me ao máximo para
fazer o melhor assim como quando o que considero melhor é negado e láaaa na
frente sou finalmente compreendida.
Obrigada Meu Deus por esse dom... Esse dom que é ensinar.
Poder ver meu copo esvaziar e encher a todo o momento e saber que pessoas ficam
mais felizes com a água que dele bebem. Obrigada por permitir que eu seja
professora e realizadora de sonhos, por ajudar aqueles que em um primeiro
momento consideram-se incapazes. Obrigada por permitir que eu trabalhe na
verdade e com sinceridade. Obrigada por colocar tanta gente boa em meu caminho...
Simplesmente obrigada por permitir que eu expanda esse amor incondicional que é
dançar.
Emmeline Azah
quinta-feira, 26 de julho de 2012
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Noite especial Cia Filhas de Rá
No dia 15 de Junho foi a Noite especial Cia Filhas de Rá no Templo do Oriente Kebaberia e também a despedida de Emmeline Azah que mais um vez entrou em turnê. Abaixo confira as fotos dessa magnífica noite!


segunda-feira, 7 de maio de 2012
O caminho da competência
Há
algumas semanas iniciei um curso sobre “Transtornos e Dificuldades de
Aprendizagem” e, entre tantas informações fantásticas, uma em especial insiste
em não sair da minha cabeça. A fala em questão foi da professora que ministrava
a aula inaugural do curso, Dra. Adriana Costa, Fonoaudióloga e Psicopedagoga,
que explanava sobre o caminho da competência. A professora relatou que, segundo
estudos, para dominar uma competência, isto é, para atingir a excelência, são
indispensáveis três requisitos: muito tempo, apoio e compromisso sustentado com
a tarefa. Na sequência ela detalhou cada um desses requisitos: muito tempo significa um domínio de dez
anos (vale lembrar que estes três requisitos referem-se a qualquer área do
conhecimento); apoio refere-se aos facilitadores deste estudo podendo ser pais,
professores, tutores ou orientadores; compromisso
sustentado com a tarefa quer dizer que o aprendiz deve comprometer-se com a
atividade buscando alcançar a melhor execução possível, o aprendiz deve ser
sujeito participante ativo de sua aprendizagem.
Por
que essas informações não saem da minha cabeça? Porque elas encaixam-se
perfeitamente no cenário atual da Dança do Ventre. Relacionando esse estudo com
a dança podemos concluir que para uma bailarina ser competente, ou seja,
atingir a excelência, é necessário ter boas professoras, muito tempo de estudo
e compromisso com sua aprendizagem. Estudo significa ler, pesquisar, fazer
aulas, cursos, não somente receber informações, mas apropriar-se delas
transformando-as em conhecimento. Compromisso significa dedicação, suor,
energia naquilo que se faz. Boa professora é um conceito difícil de definir,
mas gosto de uma citação de João Guimarães Rosa que pode suscitar nas leitoras
algumas reflexões para ajudar na sua própria construção da definição:
“Mestre
não é quem sempre ensina, mas quem de repente aprende”.
Em
síntese, não existe fórmula mágica para alcançar a excelência (por mais que
muitos estabelecimentos erroneamente denominados “escolas” tentem vendê-la). O
que existe é um caminho árduo que exige determinação, energia, supervisão e
atenção por parte das bailarinas. A maioria desiste antes de chegar na metade
do caminho (quantas bailarinas você conhece com mais de dez anos de
experiência?), mas as que persistem na caminhada encontram o seu lugar ao sol e
entendem que, na verdade, a caminhada mal começou.
Seher Azah
sexta-feira, 4 de maio de 2012
segunda-feira, 26 de março de 2012
Comemoração Dia das Mulheres
No dia 16/03 as bailarinas Emmeline Azah, Seher Azah e Aaminah Azah participaram da comemoração ao Dia das Mulheres realizada pelo Sindicato dos Gráficos em Porto Alegre. Com quatro coreografias as bailarinas da Cia Filhas de Rá animaram os convidados da festa. Nas fotos as bailarinas, Emmeline, Seher e Aaminah, com Beti Reis.
quarta-feira, 14 de março de 2012
2012
E inicia com tudo 2012! Planos, planos e já correria. Com muito carinho que já programamos muitas novidades para nosso público!
Fique atento!
A Cia Filhas de Rá deseja um ano muito feliz para todos!!!
Fique atento!
A Cia Filhas de Rá deseja um ano muito feliz para todos!!!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Tchau, tchau 2011!
Queridos leitores, desculpem o clichê, mas fugir da inevitável retrospectiva do ano que se despede é praticamente impossível. Então tentarei ser breve...
Mudamos de endereço, mudamos de endereço de novo, uma integrante tentou ir embora, outra integrante tentou ir embora. No fim terminamos onde tudo começou e nenhuma bailarina conseguiu partir (risos). Houveram muitos planos e muitas mudanças de planos. Viajamos no plano físico, mas viajamos muito, muito mesmo, na imaginação. Só pra variar um pouco quase morremos de frio em São Leopoldo e faltou pouco pra derretermos em Porto Alegre. Muito piquenique, farofada e fofoca (e por que não?). Muitas surpresas maravilhosas e algumas frustrações (ainda não esqueci o fatídico Brasil em Dança).
Encerra-se o ciclo de 365 dias com saldo positivo: estreias, premiações, novas integrantes e o tão esperado (e por anos adiado) churrasco de final de ano da Cia. O que apareceu de negativo a gente guarda no fundo do baú para de vez em quando, naqueles dias feitos para faxinar a casa, olhar e lembrar que sim, nós sobrevivemos, porque o que não nos mata nos fortalece. É bom ganhar, mas nunca devemos esquecer que são as derrotas, as dificuldades que nos fazem crescer.
2011 foi ótimo, mas certamente 2012 será melhor ainda.
Felicidades e dança, muita dança, para todos!
Seher Azah
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
III Brasil em Dança
O concurso em que as notas obedecem a um só critério: sorteio!
Dia 24 de agosto de 2011 eu dancei no III Brasil em Dança, realizado em Porto Alegre no Teatro do CIEE, na categoria Folclore de Imigração, Solo Feminino Adulto. Alcancei o 3º lugar, pois minha média foi 8,75 e havia outra candidata que recebeu média 8,755 e que, portanto e merecidamente, ficou com o 2º lugar.
Ao verificar as fichas de avaliação dos jurados percebi que eu possuía somente TRÊS fichas, diferente de todos os demais participantes do festival que possuíam QUATRO fichas. Minhas notas foram 8, 9 e 10, o que me renderia uma média 9, que consequentemente me levaria ao 1º lugar.
Procurei a coordenação do evento que me informou que não recebi a quarta ficha de avaliação porque o jurado em questão chegou atrasado ao evento e não conseguiu assistir minha apresentação. Então questionei de onde saiu a média 8,75. A pessoa que me atendeu disse que nestes casos repete-se a maior nota, ou seja, a nota 10. Matematicamente não fechava com a média que recebi, por isso procurei outra pessoa, a qual disse que nestes casos repete-se a menor nota, ou seja, a nota 8, e enfim chegamos aos 8,75. Esta mesma pessoa garantiu que tal norma constava no regulamento do festival. Conformada com as explicações, voltei para minha casa.
No dia seguinte li atentamente o regulamento e constatei que nada existia sobre tal regra. Voltei ao Teatro do CIEE às 17h e solicitei falar com a diretora do evento. Fui informada que ela só poderia me atender depois das 18h30min e às 19h fui atendida. A diretora do III Brasil em Dança mudou o discurso dizendo que não foi repetida nem a nota mais alta nem a mais baixa. Na verdade ELES REPETIRAM A NOTA DO JURADO QUE SENTOU AO LADO DE ONDE O JURADO AUSENTE DEVERIA ESTAR SENTADO, isto é, minha quarta nota foi sorteada aleatoriamente, questão de sorte ou azar. No meu caso, azar.
TENTEI argumentar que o resultado foi injusto, pois eu nada tinha a ver com o atraso do jurado, sendo que o correto (na minha opinião) seria que eu fosse julgada pelas TRÊS notas que recebi, ou anular a nota do referido jurado para todos os candidatos do concurso. Ela não deixou eu terminar nenhum dos argumentos, repetindo o tempo todo que eu não tinha sido injustiçada porque, bem ou mal, eu recebi uma QUARTA nota como todas as outras bailarinas, e que ela estava com muita pressa... A conversa acabou quando eu pedi, educadamente, que ela me mostrasse no regulamento onde estava essa regra. A resposta foi esta:
“QUEM MANDA AQUI SOU EU. NÃO VOU ALTERAR NENHUMA NOTA.”
Informei que o assunto não terminaria ali, pois eu procuraria meus direitos. Neste momento ela disse que já me conhecia do ano anterior e que lembrava da minha falta de educação no II Brasil em Dança, ocorrido em 2010. Assustada, respondi que esta foi a 1ª vez que participei do Brasil em Dança, que NUNCA sequer assisti ao espetáculo. Nem eu, nem minha escola. Neste momento, com o saguão do Teatro do CIEE lotado, ELA DISSE QUE EU ESTAVA MENTINDO. E mais, tentou convencer minha professora que eu estava mentindo. Agradeci pela atenção que recebi e fui embora.
Eu teria muitas outras questões para discutir com a direção do evento, como por que só havia uma jurada especializada em Dança do Ventre? Por que a única jurada de Dança do Ventre convocada para o festival possui somente quatro anos de experiência na área (o que corresponde a metade da minha experiência)? Por que eles trocaram a categoria para a qual eu estava inscrita no dia da competição (de Dança Oriental passei para Folclore de Imigração), sem dar nenhuma explicação?
São muitas perguntas e somente uma resposta:
“QUEM MANDA AQUI SOU EU.”
Constrangimento, desrespeito, pouco caso, decepção, frustração e tristeza são algumas das palavras que descrevem a situação pela qual passei.
Quero frisar que não vejo nenhum problema em tirar o 3º lugar, desde que minhas notas correspondam a tal colocação. Friso também que em nenhum momento quis prejudicar a colega que ficou em 2º lugar, visto que a alteração da minha média não alteraria a colocação dessa colega que, por sinal, conheço há muito tempo e considero uma ótima bailarina.
Desculpem a extensão do texto, mas eu precisava desabafar. Agora entendo por que cada vez diminui mais o número de grupos de Dança do Ventre em festivais. Eu e a escola da qual faço parte JAMAIS participaremos novamente do festival Brasil em Dança, simplesmente porque o que vale não é o regulamento e sim a vontade da direção do evento.
Colegas bailarinas, pensem muito bem antes de se inscreverem, em 2012, para o IV Brasil em Dança. Espero, sinceramente, que ninguém mais passe pelo que eu passei.
Seher Azah
quinta-feira, 21 de julho de 2011
União
Cada integrante dessa Cia tem sua essência e quando misturadas forma-se a Cia Filhas de Rá... Unidas há uma fórmula única e mágica.
As bailarinas têm o seu jeito único, possuímos diferenças, mas é o que faz com que nos completemos. Emmeline com sua dança marcante, explosiva, inúmeros sentimentos demonstrados com sua dança. Seher é espontânea e verdadeira, com sua dança demonstra toda a sua leveza e beleza de uma forma delicada e ao mesmo tempo forte. Aaminah com seu jeito feminino e delicado, cheia de garra, mostra sua força e determinação com a sua dança. Muneerah tem seu jeito acolhedor, simplicidade interior e esbanja sua beleza com muito brilho e glamour e uma energia contagiante. Nitzah e seu jeito delicado mostra sua dança de uma forma marcante e contagiante.
As bailarinas têm o seu jeito único, possuímos diferenças, mas é o que faz com que nos completemos. Emmeline com sua dança marcante, explosiva, inúmeros sentimentos demonstrados com sua dança. Seher é espontânea e verdadeira, com sua dança demonstra toda a sua leveza e beleza de uma forma delicada e ao mesmo tempo forte. Aaminah com seu jeito feminino e delicado, cheia de garra, mostra sua força e determinação com a sua dança. Muneerah tem seu jeito acolhedor, simplicidade interior e esbanja sua beleza com muito brilho e glamour e uma energia contagiante. Nitzah e seu jeito delicado mostra sua dança de uma forma marcante e contagiante.Cada uma de nós possui um brilho especial que juntas, com o nosso amor uma pelas outras, nossa amizade e nossa confiança, nos faz ter uma união única e verdadeira.
Nitzah Azah
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia do Amigo
Hoje, 20 de julho, é o Dia do Amigo e para mim é impossível não associar este dia à Cia Filhas de Rá, porque além de bailarinas somos, acima de tudo, amigas.
É preciso ser amiga para emprestar um figurino que custou mais de R$600,00 e uma galabia bordada com o seu próprio nome. É preciso ser amiga para fazer uma compra para o grupo no próprio cartão de crédito num valor exorbitante esperando que, um dia, todas cumpram com suas palavras e paguem o que devem. Tem que ser muito amiga para convencer o namorado a dirigir por 600km para levar o grupo a um festival de dança. Tem que ser muito amiga pra passar a noite em claro fazendo bolo, cuca, chá, café e colhendo bergamotas para que o grupo inteiro possa economizar na alimentação na viagem que acontecerá no dia seguinte.
Só sendo muito amiga pra aprender a costurar às pressas só pra bordar a roupa das colegas. Só sendo muito amiga pra dividir o colchonete, o cobertor, o pacote de bolachas e o nissin miojo.
Tem que saber o que realmente significa a palavra AMIZADE pra conseguir ouvir os adjetivos preguiçosa e egocêntrica sem esbofetear a colega, porque por mais que a crítica tenha doído no fundo você sabe que ela só disse isso porque quer o seu BEM.
Ser amigo é isso, é querer o bem uma da outra. Mesmo que querer o bem signifique falar sério, falar duro, por vezes até gritar. Mesmo que querer o bem seja limpar a maquiagem borrada, “chapar” o cabelo da amiga ou emprestar o batom novo que você nem estreou.
E se, por ventura, nosso sonho um dia acabe saberemos que tudo valeu à pena porque temos umas as outras, porque restará nossa amizade e a lembrança dos dias felizes (e também dos tristes, por que não?) que passamos na companhia umas das outras.
Um feliz dia do amigo a todos aqueles que também dividem um sonho, um ideal.
Seher Azah
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dividindo Emoções - I
No "Dividindo Emoções" vou compartilhar sentimentos, acontecimentos... Coisas que despertaram algo em mim.
Outra estréia que me deixou bem feliz foi no Restaurante Lubnnan na quinta-feira passada. Fui muito bem recebida por todos... Incluindo o público! Obrigada a todos que participaram dessa noite mágica e bem temperada com as delícias libanesas.
Emmeline Azah
domingo, 3 de julho de 2011
Uma flor desabrochando
O orgulho é imenso quando se percebe que toda uma dedicação surti efeito. A alegria ao ver uma “filha” crescendo, estudando, se interessando... Atraindo a atenção e recebendo elogios é incontável. Amo o que faço e sempre digo, quando questionada, que me realizo muito mais como professora do que como bailarina, pois quando minhas crianças começam a gatinhar sinto como uma batalha sendo vencida, mas quando começam a caminhar sozinhas me sinto como ganhadora da guerra.
O meu trabalho me proporciona isso... Ajudar a uma flor desabrochar.
Pequena homenagem a todas as bailarinas, profissionais ou não,
que já passaram pelas minhas mãos.
Emmeline Azah
Família
Esse é o sentimento que tenho por essa Escola, por essa Companhia.
É a força de um olhar amigo, é um abraço bem apertado em que encontramos abrigo, um aperto de mão que nos encoraja para o desafio, palavras duras que te encaminham para frente, críticas positivas que te fazem crescer. É a união, confiança, carinho, amizade e o amor que temos uma pela outra, são os sentimentos mais nobres que o ser humano pode ter e sinto dentro dessa Companhia. Somos uma família e o mais importante de tudo isso foi que nós nos escolhemos para isso! Somos família por opção e ninguém pode tirar isso da gente.
Nitzah Azah
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