No dia 16/03 as bailarinas Emmeline Azah, Seher Azah e Aaminah Azah participaram da comemoração ao Dia das Mulheres realizada pelo Sindicato dos Gráficos em Porto Alegre. Com quatro coreografias as bailarinas da Cia Filhas de Rá animaram os convidados da festa. Nas fotos as bailarinas, Emmeline, Seher e Aaminah, com Beti Reis.
segunda-feira, 26 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
2012
E inicia com tudo 2012! Planos, planos e já correria. Com muito carinho que já programamos muitas novidades para nosso público!
Fique atento!
A Cia Filhas de Rá deseja um ano muito feliz para todos!!!
Fique atento!
A Cia Filhas de Rá deseja um ano muito feliz para todos!!!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Tchau, tchau 2011!
Queridos leitores, desculpem o clichê, mas fugir da inevitável retrospectiva do ano que se despede é praticamente impossível. Então tentarei ser breve...
Mudamos de endereço, mudamos de endereço de novo, uma integrante tentou ir embora, outra integrante tentou ir embora. No fim terminamos onde tudo começou e nenhuma bailarina conseguiu partir (risos). Houveram muitos planos e muitas mudanças de planos. Viajamos no plano físico, mas viajamos muito, muito mesmo, na imaginação. Só pra variar um pouco quase morremos de frio em São Leopoldo e faltou pouco pra derretermos em Porto Alegre. Muito piquenique, farofada e fofoca (e por que não?). Muitas surpresas maravilhosas e algumas frustrações (ainda não esqueci o fatídico Brasil em Dança).
Encerra-se o ciclo de 365 dias com saldo positivo: estreias, premiações, novas integrantes e o tão esperado (e por anos adiado) churrasco de final de ano da Cia. O que apareceu de negativo a gente guarda no fundo do baú para de vez em quando, naqueles dias feitos para faxinar a casa, olhar e lembrar que sim, nós sobrevivemos, porque o que não nos mata nos fortalece. É bom ganhar, mas nunca devemos esquecer que são as derrotas, as dificuldades que nos fazem crescer.
2011 foi ótimo, mas certamente 2012 será melhor ainda.
Felicidades e dança, muita dança, para todos!
Seher Azah
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
III Brasil em Dança
O concurso em que as notas obedecem a um só critério: sorteio!
Dia 24 de agosto de 2011 eu dancei no III Brasil em Dança, realizado em Porto Alegre no Teatro do CIEE, na categoria Folclore de Imigração, Solo Feminino Adulto. Alcancei o 3º lugar, pois minha média foi 8,75 e havia outra candidata que recebeu média 8,755 e que, portanto e merecidamente, ficou com o 2º lugar.
Ao verificar as fichas de avaliação dos jurados percebi que eu possuía somente TRÊS fichas, diferente de todos os demais participantes do festival que possuíam QUATRO fichas. Minhas notas foram 8, 9 e 10, o que me renderia uma média 9, que consequentemente me levaria ao 1º lugar.
Procurei a coordenação do evento que me informou que não recebi a quarta ficha de avaliação porque o jurado em questão chegou atrasado ao evento e não conseguiu assistir minha apresentação. Então questionei de onde saiu a média 8,75. A pessoa que me atendeu disse que nestes casos repete-se a maior nota, ou seja, a nota 10. Matematicamente não fechava com a média que recebi, por isso procurei outra pessoa, a qual disse que nestes casos repete-se a menor nota, ou seja, a nota 8, e enfim chegamos aos 8,75. Esta mesma pessoa garantiu que tal norma constava no regulamento do festival. Conformada com as explicações, voltei para minha casa.
No dia seguinte li atentamente o regulamento e constatei que nada existia sobre tal regra. Voltei ao Teatro do CIEE às 17h e solicitei falar com a diretora do evento. Fui informada que ela só poderia me atender depois das 18h30min e às 19h fui atendida. A diretora do III Brasil em Dança mudou o discurso dizendo que não foi repetida nem a nota mais alta nem a mais baixa. Na verdade ELES REPETIRAM A NOTA DO JURADO QUE SENTOU AO LADO DE ONDE O JURADO AUSENTE DEVERIA ESTAR SENTADO, isto é, minha quarta nota foi sorteada aleatoriamente, questão de sorte ou azar. No meu caso, azar.
TENTEI argumentar que o resultado foi injusto, pois eu nada tinha a ver com o atraso do jurado, sendo que o correto (na minha opinião) seria que eu fosse julgada pelas TRÊS notas que recebi, ou anular a nota do referido jurado para todos os candidatos do concurso. Ela não deixou eu terminar nenhum dos argumentos, repetindo o tempo todo que eu não tinha sido injustiçada porque, bem ou mal, eu recebi uma QUARTA nota como todas as outras bailarinas, e que ela estava com muita pressa... A conversa acabou quando eu pedi, educadamente, que ela me mostrasse no regulamento onde estava essa regra. A resposta foi esta:
“QUEM MANDA AQUI SOU EU. NÃO VOU ALTERAR NENHUMA NOTA.”
Informei que o assunto não terminaria ali, pois eu procuraria meus direitos. Neste momento ela disse que já me conhecia do ano anterior e que lembrava da minha falta de educação no II Brasil em Dança, ocorrido em 2010. Assustada, respondi que esta foi a 1ª vez que participei do Brasil em Dança, que NUNCA sequer assisti ao espetáculo. Nem eu, nem minha escola. Neste momento, com o saguão do Teatro do CIEE lotado, ELA DISSE QUE EU ESTAVA MENTINDO. E mais, tentou convencer minha professora que eu estava mentindo. Agradeci pela atenção que recebi e fui embora.
Eu teria muitas outras questões para discutir com a direção do evento, como por que só havia uma jurada especializada em Dança do Ventre? Por que a única jurada de Dança do Ventre convocada para o festival possui somente quatro anos de experiência na área (o que corresponde a metade da minha experiência)? Por que eles trocaram a categoria para a qual eu estava inscrita no dia da competição (de Dança Oriental passei para Folclore de Imigração), sem dar nenhuma explicação?
São muitas perguntas e somente uma resposta:
“QUEM MANDA AQUI SOU EU.”
Constrangimento, desrespeito, pouco caso, decepção, frustração e tristeza são algumas das palavras que descrevem a situação pela qual passei.
Quero frisar que não vejo nenhum problema em tirar o 3º lugar, desde que minhas notas correspondam a tal colocação. Friso também que em nenhum momento quis prejudicar a colega que ficou em 2º lugar, visto que a alteração da minha média não alteraria a colocação dessa colega que, por sinal, conheço há muito tempo e considero uma ótima bailarina.
Desculpem a extensão do texto, mas eu precisava desabafar. Agora entendo por que cada vez diminui mais o número de grupos de Dança do Ventre em festivais. Eu e a escola da qual faço parte JAMAIS participaremos novamente do festival Brasil em Dança, simplesmente porque o que vale não é o regulamento e sim a vontade da direção do evento.
Colegas bailarinas, pensem muito bem antes de se inscreverem, em 2012, para o IV Brasil em Dança. Espero, sinceramente, que ninguém mais passe pelo que eu passei.
Seher Azah
quinta-feira, 21 de julho de 2011
União
Cada integrante dessa Cia tem sua essência e quando misturadas forma-se a Cia Filhas de Rá... Unidas há uma fórmula única e mágica.
As bailarinas têm o seu jeito único, possuímos diferenças, mas é o que faz com que nos completemos. Emmeline com sua dança marcante, explosiva, inúmeros sentimentos demonstrados com sua dança. Seher é espontânea e verdadeira, com sua dança demonstra toda a sua leveza e beleza de uma forma delicada e ao mesmo tempo forte. Aaminah com seu jeito feminino e delicado, cheia de garra, mostra sua força e determinação com a sua dança. Muneerah tem seu jeito acolhedor, simplicidade interior e esbanja sua beleza com muito brilho e glamour e uma energia contagiante. Nitzah e seu jeito delicado mostra sua dança de uma forma marcante e contagiante.
As bailarinas têm o seu jeito único, possuímos diferenças, mas é o que faz com que nos completemos. Emmeline com sua dança marcante, explosiva, inúmeros sentimentos demonstrados com sua dança. Seher é espontânea e verdadeira, com sua dança demonstra toda a sua leveza e beleza de uma forma delicada e ao mesmo tempo forte. Aaminah com seu jeito feminino e delicado, cheia de garra, mostra sua força e determinação com a sua dança. Muneerah tem seu jeito acolhedor, simplicidade interior e esbanja sua beleza com muito brilho e glamour e uma energia contagiante. Nitzah e seu jeito delicado mostra sua dança de uma forma marcante e contagiante.Cada uma de nós possui um brilho especial que juntas, com o nosso amor uma pelas outras, nossa amizade e nossa confiança, nos faz ter uma união única e verdadeira.
Nitzah Azah
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Dia do Amigo
Hoje, 20 de julho, é o Dia do Amigo e para mim é impossível não associar este dia à Cia Filhas de Rá, porque além de bailarinas somos, acima de tudo, amigas.
É preciso ser amiga para emprestar um figurino que custou mais de R$600,00 e uma galabia bordada com o seu próprio nome. É preciso ser amiga para fazer uma compra para o grupo no próprio cartão de crédito num valor exorbitante esperando que, um dia, todas cumpram com suas palavras e paguem o que devem. Tem que ser muito amiga para convencer o namorado a dirigir por 600km para levar o grupo a um festival de dança. Tem que ser muito amiga pra passar a noite em claro fazendo bolo, cuca, chá, café e colhendo bergamotas para que o grupo inteiro possa economizar na alimentação na viagem que acontecerá no dia seguinte.
Só sendo muito amiga pra aprender a costurar às pressas só pra bordar a roupa das colegas. Só sendo muito amiga pra dividir o colchonete, o cobertor, o pacote de bolachas e o nissin miojo.
Tem que saber o que realmente significa a palavra AMIZADE pra conseguir ouvir os adjetivos preguiçosa e egocêntrica sem esbofetear a colega, porque por mais que a crítica tenha doído no fundo você sabe que ela só disse isso porque quer o seu BEM.
Ser amigo é isso, é querer o bem uma da outra. Mesmo que querer o bem signifique falar sério, falar duro, por vezes até gritar. Mesmo que querer o bem seja limpar a maquiagem borrada, “chapar” o cabelo da amiga ou emprestar o batom novo que você nem estreou.
E se, por ventura, nosso sonho um dia acabe saberemos que tudo valeu à pena porque temos umas as outras, porque restará nossa amizade e a lembrança dos dias felizes (e também dos tristes, por que não?) que passamos na companhia umas das outras.
Um feliz dia do amigo a todos aqueles que também dividem um sonho, um ideal.
Seher Azah
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dividindo Emoções - I
No "Dividindo Emoções" vou compartilhar sentimentos, acontecimentos... Coisas que despertaram algo em mim.
Outra estréia que me deixou bem feliz foi no Restaurante Lubnnan na quinta-feira passada. Fui muito bem recebida por todos... Incluindo o público! Obrigada a todos que participaram dessa noite mágica e bem temperada com as delícias libanesas.
Emmeline Azah
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